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Cuidados com SOMBREAMENTO em projetos de energia elétrica fotovoltáica

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Projeto Energia Solar Fotovoltaica na cidade de Elisiário-SP. Como o próprio nome já diz: energia "SOLAR" fotovoltaica, "Solar" não combina com sombra. Um dos maiores cuidados em projetos de energia solar é em relação ao sombreamento, vale lembrar que em certas épocas do ano o sol muda sua localização Observem nesse projeto todo cuidado da equipe de instalação com a área sombreada , esse cuidado é importantíssimo para que conseguir o maior rendimento do equipamento o dia todo. Todo esse cuidado tem um aumento de custo, mais estruturas metálicas, cabeamentos, mão de obra, conectores, entre outros. Mas o que interessa a Hold é a satisfação do cliente em conseguir alcançar produção máxima do equipamento. Mais um projeto e cliente que receberam a assinatura holdautomacao. Conheça o projeto na integra em nosso site

Era de módulos mais avançados com 500W de potência começa a se tornar realidade.

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A Trina Solar anunciou, no dia 24 de janeiro, que deixou de produzir o primeiro módulo de grande porte desenvolvido pela empresa para implantar o wafer de silício de 210 mm (módulo 210). Agora, a empresa prepara-se para produzir uma nova era de módulos mais avançados, com 500 W de potência. A gigante chinesa lidera o setor na área de pesquisa e desenvolvimento e de produção de módulos 210. A saída desse módulo abrirá espaço para a entrada de outros módulos de grande porte ao mercado. A pesquisa e desenvolvimento do primeiro módulo 210 foi iniciada pela companhia em 2019. Com avançada tecnologia de barramento múltiplo, adota um inovador design de corte de 1/3. Esses módulos foram desenvolvidos superando desafios, como forte potência de módulo, rendimento, dificuldades de fabricação, riscos de hot spot, desempenho da corrente de saída e segurança da caixa de conexão. Segundo a companhia, com toda essa bagagem, o módulo pavimentará a compatibilidade e integração de sistemas de grande porte, módulos de alta potência e downstream. Com décadas de experiência acumulada em processos e tecnologia, a empresa está confiante de que pode aproveitar os mais recentes materiais e tecnologias para criar mais um módulo de alto desempenho e confiável para o setor fotovoltaico (FV). A equipe da empresa está trabalhando para acelerar a transformação dos mais recentes resultados em pesquisa e desenvolvimento em produtos que podem entrar em produção em massa, levando a indústria de FV para a era dos módulos de 500 W de potência. A Trina Solar é a provedora líder mundial de soluções totais de energia inteligente e de FV. Há 23 anos no mercado, a empresa está envolvida em pesquisa e desenvolvimento, fabricação e vendas de produtos fotovoltaicos, desenvolvimento, operação e manutenção de projetos de FV, microrrede inteligente e desenvolvimento e vendas de sistemas complementares de energia, bem como operação de plataforma na nuvem de energia. Ao lançar em 2018, sua marca Internet das Coisas de Energia (Energy Internet of Things – IoT em inglês) a companhia iniciou, com empresas líderes mundiais e institutos de pesquisa, a Aliança de Desenvolvimento Industrial IoT de Energia da Trina (Trina Energy IoT) e o Centro de Inovação Industrial IoT de Novas Energias.

Cuidados com Instalação Elétrica Fotovoltáica - ELETRODUTOS

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É senso comum entre a comunidade Solar e assumido por todos que sistemas fotovoltaicos, uma vez instalados, foram desenvolvidos para perdurar por, no mínimo, 25 anos de vida útil. Por isso, a palavra de ordem de uma instalação fotovoltaica deve ser a qualidade. Ela é o final do processo, responsável por entregar aquilo que antes foi vendido, simulado e projetado. Faz-se necessário um cuidado muito grande quanto aos detalhes de implantação de todos os equipamentos que compõem o sistema. Dessa forma, um dos pontos que precisam receber atenção dentro de uma instalação fotovoltaica é a disposição dos cabeamentos dos arranjos fotovoltaicos que ficam expostos ao tempo, muitas vezes sofrendo com dilatações térmicas e esforços mecânicos, podendo danificar suas isolações ou até mesmo levando-os ao completo rompimento. ELETRODUTOS Utilizados em instalações elétricas com o intuito de proteger os condutores elétricos de choques mecânicos, intempéries e violações, são vistos em 3 tipos de eletrodutos, bastante conhecidos pelo mercado. O eletroduto rígido (metálico ou plástico PVC) pode ser utilizado em ambientes internos e externos de forma aparente, a fim de realizar a proteção mecânica dos condutores. Além de promover proteção contra intempéries e radiação UV. Em instalações fotovoltaicas são muito utilizados por apresentarem longa vida útil e alta resistência à deterioração do tempo. O eletroduto flexível corrugado leve, quando metálico é conhecido como 'sealtubo' ou 'conduíte com alma de aço', muito utilizado em ambientes externos quando se tem a necessidade de transportar os condutores por caminhos não-retilíneos e curva acima de 90º. Quando feito de plástico PVC, é tratado simplesmente como 'conduíte', amplamente utilizado na construção civil para passagem de condutores por alvenaria. Este, por sua vez, não suporta às ações do tempo e, por isso, não deve ser utilizado de forma aparente, exposta. Em algumas aplicações onde existem grandes depósitos de cargas sobre os eletrodutos, como passagens subterrâneas e dentro de colunas, o uso do eletroduto PEAD (Poliuretano de alta densidade) é muito recomendado. No mercado são encontrados flexíveis corrugados ou flexíveis planos (lisos). Grandes usinas fotovoltaicas, por exemplo, utilizam dos eletrodutos PEAD flexíveis corrugados para fazer a passagem de condutores de forma subterrânea entre as fileiras de módulos, caixas de passagem, junção, inversores e telecom. O QUE DIZ A NBR 16990 A norma técnica brasileira para instalações elétricas de sistemas fotovoltaicos apresenta dois cenários bem simples sobre o tema tratado. Os cabos utilizados nos arranjos fotovoltaicos precisam ser fixados de forma a evitar a fadiga por consequência de ventos, a proteção contra choques mecânicos, danificação da isolação ou rompimento parcial/total. Dessa forma, essa fixação pode ser feita de 2 maneiras. A primeira, é utilizando apenas de presilhas plásticas quando elas possuírem vida útil comprovada superior a longevidade do sistema fotovoltaico (mínimo 25 anos) e serem resistentes à radiação UV. Além disso, os cabos precisam respeitar a NBR 16612 e também resistirem à radiação UV, por estarem ao expostos ao ambiente externo. A segunda maneira, é abriga-los através de eletrodutos. Para isso, utiliza-se das possibilidades já citadas anteriormente, com exceção dos conduítes flexíveis corrugados de plástico PVC que são utilizados exclusivamente embutidos em alvenaria. Os eletrodutos rígidos quando plásticos, precisam apresentar proteção à radiação UV respeitando a ISO 4892-2 e, ainda, possuir vida útil mínima superior a longevidade do sistema fotovoltaico. Vale lembrar que, via de regra, esses cabos não podem ficar livremente soltos, para evitar acidentes. Então, mesmo quando estiverem sobre telhados, lajes ou solo, os conjuntos de cabos precisam estar minimamente fixados às estruturas do sistema fotovoltaico, evitando que partes móveis e com conexões sejam danificadas. Ah... E ainda, caso os condutores utilizados nos arranjos fotovoltaicos não sejam devidamente marcados de forma permanente na isolação externa como "cabo para sistema fotovoltaico", essa identificação deverá ser feita através de etiquetas fixadas nos cabos, a cada 5 metros quando em curvas ou a cada 10 metros quando em linha reta. Quando os cabos estiverem abrigados em eletrodutos, serão eles que receberão as etiquetas, nas mesmas distâncias. O QUE DIZ A NBR 5410 A NBR 5410, na seção 6.2.11.1 sobre eletrodutos, restringe o uso de dutos que não sejam expressamente produzidos para o devido fim, excluindo a possibilidade de aplicação das 'mangueiras'. De maneira adicional, que sejam não propagantes de chamas. Os trechos contínuos de eletrodutos sem intersecção de caixas ou equipamentos não devem exceder 15 metros de comprimento em ambientes internos e 30 metros em externos, se esses trechos forem retilíneos. Já, quando apresentarem desvios, esses limites se reduzem para 3 metros a cada curva de 90º. Devem ser utilizadas caixas (de passagem ou condulete) em todos os pontos da tubulação onde houver entrada/saída de condutores, com exceção aos pontos de transição de uma linha aberta para a linha fechada em eletrodutos, que devem ter suas extremidades arrematadas com buchas. CUIDADO COM AS ELETROCALHAS As eletrocalhas também são amplamente utilizadas nas instalações fotovoltaicas, pois apresentam fácil instalação, abrigam grande quantidade de cabos e ainda apresentam bom aspecto visual em conjunto da instalação fotovoltaica. Porém, elas merecem extrema atenção em seu manuseio principalmente durante o lançamento dos cabos. Por terem 'cantos vivos', as eletrocalhas podem apresentar bordas e rebarbas que rompem a isolação dos cabos, danificando-os e gerando fugas. Por isso, ao utilizá-las, procure não tracionar os cabos pelo seu interior e lembrem-se dos acessórios, como curvas verticais e horizontais, por exemplo, para fazer desvios de rotas. REGIÕES DE MARESIA. O QUE FAZER? Eletrodutos metálicos com galvanização leve, quando são utilizados em regiões litorâneas ou ambientes corrosivos, sofrem rapidamente com a degradação de suas paredes e acabam reduzindo fortemente sua vida útil. Nesses casos é interessante pensar em alternativas como utilizar eletrodutos metálicos de alumínio ou aço inox, com galvanização pesada ou dar preferência aos dutos plásticos de PVC. Somado a isso, é muito importante também que os conjuntos miscelâneos (parafusos, porcas, arruelas) sejam de aço inox, pelo mesmo motivo.

Bolsonaro diz que acertou com Aneel continuidade do subsídio da energia solar

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Em vídeo divulgado esta semana, presidente disse que já alinhou com os líderes da Câmara e do Senado um Projeto de Lei em regime de urgência para tratar da matéria O Presidente Jair Bolsonaro publicou um vídeo direcionado a todos os brasileiros na noite do dia 5 de janeiro, sobre sua posição contrária à taxação da energia solar. Segundo ele, “no que depender da Presidência da República não haverá taxação da energia solar e ponto final”. “Ninguém fala no governo a não ser eu sobre essa questão. Não me interessa parecer de secretário, seja quem for. A intenção do governo é não taxar. Agora que fique bem claro que quem decide essa questão é a Aneel – Agência Nacional de Energia Elétrica. É uma agência autônoma e não tenho qualquer ingerência sobre ela. A decisão é deles, mas que fique claro que nós do governo não discutiremos mais esse assunto.” E reforça: “A taxação da energia solar do que depender do Presidente Jair Bolsonaro e de seus ministros é não!” O presidente ainda publicou, em sua conta no Facebook, que conversou com os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia, e do Senado, Davi Alcolumbre, para garantir a tramitação de um projeto de lei em regime de urgência nas duas Casas proibindo a taxação da energia solar fotovoltaica no país. A Aneel recebeu centenas de contribuições em sua consulta pública, iniciada em outubro de 2019 e finalizada no dia 30 de dezembro, sobre a revisão da Resolução Normativa 482, visando mudanças nas regras de geração distribuída, que inclui a taxação pelo uso do fio. A proposta da Aneel é a taxação de cerca de 60% para o setor de energia solar na geração distribuída no Brasil. Até agora, as entidades da área apresentaram sugestões e contribuições em um documento com cerca de 160 páginas, além da intensa mobilização e discussões na sociedade e no Congresso.Segundo a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), no Brasil, a geração distribuída solar fotovoltaica ainda está em fase de desenvolvimento inicial. Atualmente, dos mais de 84,4 milhões de consumidores cativos brasileiros atendidos pelas distribuidoras de energia elétrica, apenas de 170 mil (menos de 0,2%) possuem a tecnologia. A entidade acredita que, se mantidas as regras atuais, os consumidores serão beneficiados com uma economia de mais de R$ 13,3 bilhões em benefícios ao setor elétrico, como postergação de investimentos em novas usinas de geração, linhas de transmissão e infraestrutura de distribuição, redução de perdas, alívio na operação do sistema, diminuição do acionamento de termelétricas mais caras e poluentes, entre outros.#TAXAROSOLNAO

Regulação dos Serviços de Geração

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RN 687 - Higlights Energia injetada na rede transforma-se em créditos em kWh; 5 anos para utilização dos créditos; Valor pago é a diferença entre injetado x consumido; Excedentes podem ser compensados em outro local * Mesmo CPF / CNPJ e Mesma companhia de distribuição

Conta de energia elétrica terá reajuste de 7,03% em São Paulo

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A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) aprovou a revisão tarifária da Enel Distribuição São Paulo, que entrará em vigor na quinta-feira (4). O reajuste médio foi de 7,03%. Para os consumidores de baixa tensão, como os clientes residencias, o percentual foi de 6,48%. Já para os atendidos em média e alta tensão, em geral indústrias e grandes comércios, o reajuste foi de 8,46%. De acordo com a Enel, a revisão tarifária ocorre a cada quatro anos, conforme estabelecido no contrato de concessão tem como objetivo preservar o equilíbrio econômico da companhia. O principal fator que influenciou a revisão deste ano foi o aumento do custo com a aquisição de energia, que representa 34% da composição tarifária. A compra de energia foi impactada pelos elevados custos da geração de energia térmica no Brasil, uma vez que o nível dos reservatórios das hidrelétricas estiveram baixos nos últimos anos, além da elevação do custo de energia da Usina Hidrelétrica de Itaipu, em função do aumento da variação cambial em relação ao dólar. Com a revisão tarifária deste ano, uma conta de energia no valor de R$ 100, apenas R$ 17 são destinados à distribuidora e utilizados para operação, expansão e manutenção da rede de energia elétrica. O restante do valor, segundo a distribuidora, é destinado a cobrir os custos de transmissão, compra de energia, encargos setoriais e impostos, que não ficam com a distribuidora. A Enel afirmou que, no período de 2015 a 2018, a empresa investiu mais de R$ 3,8 bilhões, na melhoria da rede de distribuição. Esses investimentos, segundo a empresa, contribuiram para a melhoria dos indicadores operacionais da distribuidora.

IPTU VERDE

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Recentemente foi aprovado pela Câmara Municipal de Catanduva a lei denominada "IPTU VERDE". Essa lei visa dar desconto no IPTU para quem adota medidas que buscam preservar o meio ambiente. Agora, além de gerar economia de até 90% em sua conta de energia, o sistema fotovoltaico ainda datá descontos em seu IPTU. Não vacile. Entre em contato com nossa equipe e conheça mais benefícios desse sistema.

Benefícios da Energia Solar na Agricultura

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A energia solar na agricultura tem exercido papel importante para a redução do impacto ambiental pelo mundo. Sem falar nos seus benefícios em garantir economia ao produtor rural por diminuir em até 90% os gastos com eletricidade. Nos últimos anos, painéis fotovoltaicos tiveram uma queda de preço, o que motivou um crescente investimento na adoção deste tipo de sistema. O número de instalações contendo painéis solares em propriedades rurais no Brasil ainda é baixo, porém com o disparo cada vez mais comum do preço da energia elétrica, a expectativa é que o agricultor passe a olhar com bons olhos a oportunidade de migrar para um sistema movido a energia solar. Por ser gratuita e abundante, a energia solar atrai atenção para qualquer alternativa mais barata e eficaz de implantar na produção agrícola. O Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) acaba sendo uma das soluções encontradas pelo pequeno produtor na busca pelo financiamento de um sistema inovador como esse. Para acabar com as dúvidas de uma vez por todas, saiba quais os benefícios da energia solar na agricultura! Garante autonomia ao produtor Ao trabalhar com a energia solar na agricultura, o produtor fica livre da dependência por outras fontes não renováveis. Isto também é fundamental para a qualidade de vida de moradores de regiões que contam com estruturas precárias de sistema elétrico e até mesmo da ausência deste. Atualmente os diferentes tipos de instalações com painéis fotovoltaicos permitem o armazenamento por bateria ou a conversão em créditos por conta dos excedentes de energia. Desta forma há a garantia de operação em ocasiões onde a falta de claridade irá existir. Fortalece a agricultura de precisão Ao reduzir os custos com eletricidade, o produtor rural verá motivação para aumentar a presença dos sistemas de energia solar na sua propriedade, trazendo assim a filosofia sustentável para meios mais tecnológicos. Um exemplo é o modo como a agricultura de precisão tem se beneficiado com as diversas formas de trabalho envolvendo a energia solar. É possível ver agricultores automatizando a comunicação da propriedade rural a partir da telemetria, fortalecendo o monitoramento de dados e deixando a tomada de decisões mais eficaz. Permite uma irrigação mais barata Diversos projetos de irrigação contam com um alto custo de manutenção por conta do bombeamento de água que convencionalmente utiliza energia elétrica para o pleno funcionamento. Produtores rurais têm adotado em suas propriedades sistemas de irrigação por energia solar como forma de aproveitar a alta incidência dos raios solares e baixo custo da manutenção. Ao aliar o kit de irrigação solar com a funcionalidade de um poço artesiano, o agricultor pode dar início a uma das mais inovadoras soluções de irrigação que vêm conquistando adeptos, principalmente, no Nordeste. Provém economia na dessalinização Durante a perfuração de poços artesianos é comum encontrar grande quantidade de águas salinas. Desta forma, cabe recorrer à dessalinização que pode hoje ser movida por energia solar garantindo maior economia em todo o processo. A prática é importante não só para o consumo humano, mas também para beneficiar outras atividades produtivas. Isto porque os rejeitos salinos oriundos da filtragem podem ser aproveitados, por exemplo, em piscinas de criação de tilápia. É importante estar atento a essas alternativas, pois os rejeitos salinos podem causar prejuízos ao solo, portanto, quanto mais opções de diminuir o impacto ambiental existirem, melhor. O número de fabricantes nacionais de sistemas à base de energia solar vem aumentando no Brasil. A expectativa com isto é que os preços caiam ainda mais, gerando maior demanda por parte do produtor. Além dos exemplos citados, existem outros casos em que a utilização de um equipamento com painéis fotovoltaicos pode gerar benefícios, como por exemplo o resfriamento de alimentos e a instalação de cercas elétricas para o manejo adequado de gado, este uma alternativa na pecuária. A energia solar na agricultura é uma realidade que chama atenção pelo potencial econômico, eficaz e sustentável. Geradores movidos a combustíveis fósseis perdem espaço para essa tecnologia que utiliza recursos abundantes no meio ambiente. Por mais que utilizemos a palavra “alternativa”, no Brasil a energia solar acaba sendo para muitas famílias a única possibilidade existente de gerar uma produção agrícola rica. Ficou curioso para saber mais? Então entre em contato com um de nossos representantes

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