Noticias

Noticias e novidades da tecnologia.

Exército Ministra Curso de Painel Solar na Fronteira

Facebook Twitter LinkedIn LinkedIn

No mês passado foi realizado, no Parque Regional de Manutenção da 12ª Região Militar (Pq R Mnt/12), o primeiro treinamento para a instalação de kit de geração de energia solar. O material vai ser destinado à geração de energia elétrica para os Próprios Nacionais Residenciais (PNR) localizados nos Pelotões Especiais de Fronteira (PEF) que ficam situados na área de responsabilidade do Comando Militar da Amazônia (CMA). O treinamento capacitou 12 militares. De acordo com o Comandante do 2º Grupamento de Engenharia (2º Gpt E), General de Brigada Marcelo Pereira Lima de Carvalho, o projeto de instalação de placas de geração de energia fotovoltaica, que converte luz solar em energia elétrica, entra para a história do CMA. Segundo o comandante, o projeto vai proporcionar mais conforto à família militar, residente nos PEF, que não tem acesso à energia elétrica e depende de microusinas e geradores para suprir suas necessidades. A energia de luz solar vai complementar a ausência de energia, quando do desligamento de outras fontes, principalmente, no período noturno. O kit solar possui seis painéis, quatro baterias e um inversor de 2KW, que levarão a energia para as residências dos militares e grêmios de cabos e soldados. O engenheiro militar e gerente do projeto, Major Fábio Huss, do 2º Gpt E, ressaltou a importância estratégica da geração de energia elétrica para a presença do Exército nas ações de defesa das fronteiras da Amazônia Ocidental brasileira. O treinamento capacitou, inicialmente, os militares do 2º Gpt E, da Comissão Regional de Obras (CRO) e do Pq R Mnt/12. No futuro, os militares e familiares residentes nos PEF também serão treinados sobre a manutenção das placas fotovoltaicas. Os kits serão instalados no 5º PEF, localizado em Maturacá, subordinado ao Comando de Fronteira Rio Negro/5º Batalhão de Infantaria de Selva. Posteriormente, novos kits serão instalados no 2º PEF (Querari), no 6º PEF (Pari Cachoeira) e no 4º PEF (Surucucu). Estiveram presentes na abertura do evento o Comandante do 2º Grupamento de Engenharia (2º Gpt E), General de Brigada Marcelo Pereira Lima de Carvalho, o Comandante do Pq R Mnt/12, Tenente-Coronel Bordeaux, oficiais instrutores do projeto e os 12 militares que foram capacitados. Fonte: 2º Grupamento de Engenharia

Região Sudeste está prestes a bater mais um recorde em geração distribuída de energia solar

Facebook Twitter LinkedIn LinkedIn

Região Sudeste está prestes a bater mais um recorde em geração distribuída de energia solar. Nossa região que já conta com 1,97 GW instalados está prestes a chegar aos 2 GW. Sudeste é o carro chefe da GD de potência solar Prestes a bater mais um recorde histórico, nossa região que é composta pelos estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo, que deve chegar à marca de 2 GW de potência antes da metade do ano de 2021. De acordo com a ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica), a partir de painéis solares em residências principalmente que somam 802,8 MW, seguidos pelos estabelecimentos comerciais com 720,5 MW, elas zonas rurais com 285,2 MW, e industrial com 146 MW, que somados chegam à marca de 1,97 GW. São mais de 191,7 mil usinas fotovoltaicas instaladas em 1.648 município, 240,2 mil UCs (Unidades Consumidoras), a maioria estão localizadas no estado de Minas Gerais (977,5 MW), seguido por São Paulo (681,3 MW), Rio de Janeiro (220,4 MW) e Espírito Santo (96,4 MW). Nas demais regiões do Brasil, de acordo com a ANEEL, a região que mais se aproxima da Sudeste é a região Sul formada pelos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, com 1,22 GW de potência instalada, com mais de 127 UCs e mais de 105 mil usinas gerando energia limpa a partir do Sol. A região Nordeste, apesar de melhor localizada para receber raios solares, aparece em terceiro lugar com 1,01 GW de potência instalada, conta com 106.961 unidades consumidoras e mais de 78,6 mil usinas em operação. Região formada pelos estados de Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Sergipe. A região Centro-Oeste e Norte não chegam a 1 GW de potência, os estados de Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, além do Distrito Federal somados possuem 927,5 MW e contam com 83.384 unidades consumidoras e mais de 65.315 usinas gerando energia solar. A região Norte tem hoje 292,8 MW de potência de energia solar instalada, com 28.061 unidades consumidoras gerando energia solar com as 24.605 mil usinas solares, nos estados de Tocantins, Pará, Amapá, Roraima, Amazonas, Acre e Rondônia.

Energia solar é alternativa para reduzir custos

Facebook Twitter LinkedIn LinkedIn

Energia solar é alternativa para reduzir custos nas empresas em tempos de Pandemia O caminho para aumentar a competitividade das empresas e comércios de forma sustentável, limpa e melhor de tudo, imediata, logo após a homologação na concessionária o sistema já começa a gerar energia e contar créditos de energia, se bem feito o projeto deve zerar a conta de energia. Apesar do mundo estar mergulhado em uma crise sanitária que leva a uma crise econômica por conta do coronavírus, nem todos os setores estão em recesso, com grande potencial de crescimento o setor de energias renováveis apesar de tudo, cresce, pois é uma das alternativas para retomada do crescimento das empresas e do país. Atraindo investimentos provenientes de organizações e instituições preocupadas inclusive com o meio ambiente, investem pesado em fontes renováveis de energia, junto com estes vem a geração de emprego e renda, diversificação dos suprimentos elétricos e desenvolvimento de estudos e inovação na área. “Next Generation EU” é o nome do plano de recuperação econômica criado pela Comissão Europeia para recuperação econômica de toda Europa e tem a geração de energia como uma das suas bases estratégicas. Prevendo investimentos na casa dos € 750 bilhões, exige que quase 40% dos recursos sejam destinados à projetos com energia limpa. Economia Mundial – os impactos e ajustes que a pandemia trouxe Mesmo com a queda livre dos empregos formais e a fome voltando a assolar milhões de brasileiros, a energia solar favorece um setor que desempenha um importantíssimo papel na economia, acumulando mais de 41 mil empregos gerado apenas no primeiro semestre de 2020 (ABSOLAR). A valorização pelo empenho dos profissionais deste setor devem ter respaldo certificado no país, o potencial financeiro atrelado às energias limpas pode refletir na saúde da economia de maneira positiva. As tecnologias fotovoltaicas no Brasil têm a possibilidade de se desenvolver mais que no resto do mundo, geograficamente nosso país é privilegiado na incidência de luz solar, não foi à toa que nós assumimos a 16ª posição no ranking mundial de energia solar fotovoltaica, ingressando nos TOP20 dos países com maior capacidade instalada, de acordo com a Agência Internacional de Energia Renováveis (IRENA). Até o final deste ano 2021, o governo manterá a isenção dos impostos de importação aos equipamentos de energia solar, nos da HOLD acreditamos que este incentivo deve continuar, pois os benefícios desta energia barata e limpa abrangem todos os setores do agronegócio, indústria e varejo, além dos benefícios econômicos, temos os sociais e ambientais. Talvez a ideia de investir durante a crise possa fazer repensar alguns empresários, mas uma grande maioria pensa diferente e aposta na energia solar, olhando não como um gasto, mas como investimento de retorno rápido, reduzindo custos fixos para obter vantagem competitiva. Energia solar é uma decisão inteligente e bastante segura nestes termos de retorno rápido, assim que homologada a instalação na concessionária, o sistema já começa gerar créditos para o abatimento na conta e energia e suprir toda a demanda, seja da casa, indústria ou agronegócio. a Um exemplo é a SERMED Saúde de Sertãozinho que implantou o sistema HOLD de geração de energia e transformou o seu telhado em uma usina geradora de energia que garante por mês uma economia de quase R$30 mil reais, com uma conta rápida se somarmos o valor do investimento e abatermos a durabilidade de 25 anos, a economia passa dos R$9 milhões de reais. Lá foram instalados 638 módulos solares fotovoltaico de 395 Watts um total de 252,01 kWp de potência. HOLD AUTOMAÇÃO – Energia Solar Fotovoltaica

Desbancando o Mito

Facebook Twitter LinkedIn LinkedIn

Desbancando o mito de que quem não tem energia solar paga subsídio para quem tem, na verdade a esmagadora maioria de usuários da energia solar são residências, cerca de 74%, em seguida vem os pequenos comerciantes e prestadores de serviços somando 16%, depois os produtores rurais com 7%, as indústrias 2% e os prédios públicos 1%. A geração distribuída está se tornando cada vez mais democrática, é sustentável e cuida do meio ambiente o que levará a energia solar a todos os cantos do Brasil. Outro mito diz que geração distribuída penaliza os consumidores sem energia solar, quando na verdade todos usufruem dos benefícios trazidos pela energia solar. São menores as perdas de energia elétrica, há um alívio do sistema o que incide em um menor uso das termelétricas (responsáveis pela mudança nas bandeiras tarifárias). Energia solar não polui, não precisa de barragens inundando grandes áreas, é sustentável e diminui a emissão de CO2.

Carros elétricos: O que falta, o que sobra, viabilidade e tecnologia.

Facebook Twitter LinkedIn LinkedIn

Carros elétricos: O que falta, o que sobra, viabilidade e tecnologia. No Brasil e no mundo, como estão os mercados e os planos para as próximas décadas. No mundo dos automóveis as incertezas e dúvidas em meio a um turbilhão de acontecimentos podem modelar as políticas e as decisões, obviamente tudo isso se agrava em meio a essa pandemia que estamos vivendo há mais de um ano. No entanto cuidados com o meio ambiente devem sempre tomar as pautas das grandes corporações e governos, pois com o meio ambiente não se brinca. A GM (General Motors) há décadas prospecta um paradigma de sustentabilidade e contenção na emissão de CO2 e pretende até 2035 eliminar a produção de carros a combustão e a partir daí produzir com exclusividade modelos de propulsão elétrica. Até seu logotipo mudou, as cores e o “m” minúsculo agora, que lembram as cores do céu limpo e de um conector elétrico. Quais os tipos de carros que existem? Veículos hoje em dia 100% elétricos tem um abastecimento sustentável de certa forma, pois ainda pouco são provenientes de energia solar, para serem de fato sustentáveis, porém de qualquer forma a recarga é bem mais barata e menos poluente que para os motores convencionais a gasolina, óleo ou gás, o grande problema que enfrentavam era realmente a falta de eletropostos. Em média com uma autonomia pequena, adequada para trajetos curtos, os carros elétricos (VE) para os trajetos maiores, quando há necessidade de abastecimento ao longo do caminho, dependendo do trajeto isso que pode representar um problema se ele não for híbrido (movido também a combustão). Viajar do Rio a São Paulo em um carro elétrico já é possível! Hoje o Brasil possui mais de 500 postos de abastecimento para veículos elétricos em rodovias e locais públicos também, posto de combustíveis e shoppings, de acordo com o Tupinambá Energia (aplicativo da startup focada em infraestrutura). Os investimentos se intensificaram a partir de 2018 pela inauguração do corredor elétrico da Via Dutra, que implementou estações de recarga para todo o trajeto que liga as duas capitais RJ e SP. O projeto surgiu a partir de uma parceria entre a EDP e a BMW, que no trecho instalou seis estações de recarga ao longo dos seus 430 quilômetros, com eletropostos de carregamento super rápido de 22kWh que dispensam 25 minutos para uma recarga de 80% da bateria, podendo recarregar dois automóveis ao mesmo tempo. No estado de São Paulo os postos da Rede Graal também receberam estes eletropostos, um projeto também da EDP chamado Plug&Go, em parceria com a Audi, Porche e Volkswagem. Até o ano que vem será possível abastecer VE’s em todo o estado. Até final de 2022 haverá um investimento de mais de R$50 milhões para a ampliação de pontos para reabastecimento em todo o estado, formando um corredor com mais de 2500km de cobertura, ligando a capital ao interior e a outros estados, de acordo com dados do projeto de mobilidade elétrica que a companhia já apresentou à ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica). “Trata-se do primeiro e maior projeto da América do Sul de instalação de carregadores ultrarrápidos (150 kW e 350 kW), com um investimento de R$ 32,9 milhões. O primeiro posto ultrarrápido foi inaugurado em outubro de 2020 em Caraguatatuba, no litoral norte de São Paulo, e outros novos eletropostos serão anunciados em 2021”, destacou a EDP. Há no país mais de 40 mil veículos entre híbridos e elétricos rodando, veículos de passeio, ônibus e caminhões, de acordo com o 1º Anuário Brasileiro da Mobilidade Elétrica, elaborado pela Plataforma Nacional da Mobilidade Elétrica (PNME), o documento traz o panorama para a evolução da tecnologia no Brasil, aborda os fatores capazes de incentivar a adoção desses veículos, os desafios, além de oferecer uma visão do ecossistema de fabricantes de carros, componentes, soluções de recarga, provedores de serviços de compartilhamento, entre outros. O documento pode ser acessado através do endereço https://www.pnme.org.br/biblioteca/1o-anuario-brasileiro-da-mobilidade-eletrica/

Como solicitar um orçamento?

Facebook Twitter LinkedIn LinkedIn

É muito fácil e rápido! Basta enviar 3 fotos da sua conta de energia, como no modelo para qualquer um de nossos representantes. 17 3523 3835

Até que ponto a produção hídrica de energia será sustentável?

Facebook Twitter LinkedIn LinkedIn

Até que ponto a produção hídrica de energia será sustentável?O Brasil tem passado por secas que a cada ano ficam mais fortes e são mais frequentes, o que atinge diretamente no valor da conta de energia, as chamadas bandeiras vermelhas, amarelas, que indicam na verdade o custo para gerar a energia elétrica naquele período. Para suprir a demanda energética durante este período os governos adotaram como solução paliativa a instalação de geradores termelétricos, porém a sua operação é cara e as emissões de carbono são enormes.Nesta perspectiva a energia solar ganha força e se lança como alternativa moderna e sustentável para toda a população, além das comunidades afastadas da rede que já consomem a energia por elas próprias produzidas, as residências, comércios e indústrias, buscando reduzir custos estão optando pela própria geração de energia, principalmente nesta última década em que os custos do investimento nestes sistemas diminuiu, graças em parte à entrada da China na produção dos painéis.Muitos países já apostam há anos na energia solar e eólica como fonte principal de produção de energia, e não apenas como uma pequena parcela da produção. A Alemanha e os Estados Unidos por exemplo, que fomentam projetos ambiciosos para a instalação de painéis solares por todo seu território. Alemanha virou referência mundial com o programa “100.000 Roofs Solar Programme”, instituído lá em 1999 que fomentava a geração de energia fotovoltaica financiando em até 10 anos os investimentos a custo 0 de juros. Na Califórnia também em 2006, visando a instalação dos sistemas solares em um milhão de telhados até 2018, lançou o programa “Million Solar Roofs Plan” e até 2017 já supria 16% da demanda energética, superando 86 mil empregos na indústria e distribuição dos equipamentos. Com apoio de uma lei estadual de 2018 que estabelece 50% da energia consumida no estado da Califórnia será até 2030 proveniente da geração fotovoltaica, hoje das mais de 80 mil residências com energia solar, 15 mil já tem no planejamento antes da construção a geração de energia solar. (Fonte: <www.nytimes.com/2018/05/09/business/energy-environment/california-solar-power.html>)Um novo modelo energético seria o ideal?A ideia de estabelecer um novo modelo energético no Brasil enfrenta grandes entraves apesar ser favorecido geograficamente para produção de energia solar fotovoltaica, caminhando na contra mão de outros países (do hemisfério Norte, mas também de casos do Sul, como no Marrocos), o Brasil pouco avançou em matéria de geração eólica ou solar. Além disso, em função da base normativa vigente, que limita a empresas a venda de energia por geração distribuída (Resolução Normativa Aneel n.482/2012), o espectro dessas fontes tem sido bem reduzido, cobrindo, em 2016, um percentual de apenas 5,4% (eólica) e 0,014% (solar) da oferta interna de energia elétrica. (Fonte: <http://www.mme.gov.br/documents/10584/3580498/02+-+Resenha+Energ%C3%A9tica+Brasileira+2017+-+ano+ref.+2016+%28PDF%29/13d8d958-de50-4691-96e3-3ccf53f8e1e4?version=1.0>)Esta norma da Aneel referente à geração distribuída de energia elétrica reflete um forte lobby de empresas distribuidoras, cuja estratégia de negócios valoriza muito mais a venda do que a compra de energia. De acordo com a norma, a empresa ou pessoa jurídica pode gerar e vender energia distribuída na rede, mas a pessoa física só pode obter créditos, para abater de seu consumo no sistema de smart grid.A produção energética em pequenas unidades, sejam residenciais ou industriais apontam à modernidade e o futuro da própria sociedade, e devem ser reforçadas e não inibidas por políticas públicas vanguardistas do desenvolvimento do comércio e indústria.

Primeira Garagem Ecológica para Caminhões Do Brasil

Facebook Twitter LinkedIn LinkedIn

Primeira Garagem Ecológica para Caminhões Do Brasil Uma novidade de primeiro mundo chega à Orindiúva/SP, sinônimo de sustentabilidade, ecologia e principalmente economia, na propriedade do Sr. Grisolino estão sendo instalados 270 módulos solares que juntos irão gerar 13.779kWh mensais, quantidade mais que necessária para suprir toda a demanda das instalações locais da empresa Grisomaq Serviços Agrícolas e sobrar ainda para ser injetado na residência do Sr. Grisolino. Uma ideia inteligente para reduzir custos e ainda favorecer o meio ambiente, cada módulo instalado representa uma significativa redução nas emissões de carbono (CO²), causadores do chamado Efeito Estufa. Toda a estrutura quando pronta será responsável por uma economia de R$119.050,56 anuais para o proprietário do empreendimento e vai praticamente zerar sua conta de energia residencial, valor significativo em tempos como os atuais e toda medida de redução de custos com certeza é bem-vinda. Empreendedor de sucesso, conhecido no setor das usinas de açúcar, o Sr. Grisolino é um cidadão antenado nas questões ambientais e faz questão de zelar pela qualidade dos serviços oferecidos pela sua empresa e agregar características modernas ao empreendimento é sempre uma boa ideia.

Brasil 2020: Instalação de painéis cresceu 70%

Facebook Twitter LinkedIn LinkedIn

<p>Os dados foram divulgados pela Agência Internacional de Energia (International Energy Agency) em outubro de 2020. Muitos países tem compromisso com a eliminação de emissão de carbono e a energia solar será o eixo responsável por parte considerável neste processo. </p><p>Foram batidos recordes em 2020 no setor de energia solar do Brasil, chegando a gerar aproximadamente meia Itaipu (segunda maior usina hidrelétrica do mundo), cerca de 7,5 gigawatts, os responsáveis foram casas, comércios e indústrias que vêm a cada dia apostando nesta alternativa para reduzir seus custos e ao mesmo tempo que tornam se autossustentáveis, contribuem com o meio ambiente de forma positiva, por ser esta energia uma fonte inesgotável e limpa. </p><p>A maior parte desta energia elétrica vem da geração de comerciantes e prestadores de serviço, seguidos pelos sistemas residenciais, consumidores rurais, indústrias e poder público, liderança que foi ultrapassada apenas neste último ano, pois até então eram das grandes usinas de energia solar instaladas no país as responsáveis pela maior fatia da geração de energia. </p><p>Nos últimos anos o valor dos equipamentos caiu cerca de 90% e a tendência é ficarem a cada ano mais acessíveis, o Brasil tem mais de 70 linhas de crédito apenas para energia solar, apenas procure o seu banco ou alguma empresa que presta este serviço, como a HOLD Automação - Energia Solar Fotovoltaica.</p>

Casa Autossuficiente em Catanduva

Facebook Twitter LinkedIn LinkedIn

O Futuro já chegou a CATANDUVA! Casa sustentável já é uma realidade em Catanduva, a HOLD que é pioneira neste segmento no Brasil, em parceria com seus clientes preocupados com meio ambiente, sustentabilidade e também com economia, optam por instalar sistemas fotovoltaicos e já geram a sua própria energia. No caso deste cliente em especial, já no início da obra de construção de sua residência, instalou o sistema e começou gerar sua própria energia, mesmo sem terminar 100% da residência. Além de suprir a energia consumida na obra, ele acumula créditos que serão descontados nas suas futuras contas de energia elétrica. Pessoas preocupadas com o meio ambiente e com a economia do lar, são pessoas inteligentes e modernas, optam pelo conforto, economia e principalmente pelo bom gosto, nós da HOLD só temos a agradecer a estes clientes pela confiança e escolha dos produtos que a empresa trabalha que são TOP de linha.

Energia solar: Os preços vão cair?

Facebook Twitter LinkedIn LinkedIn

<p>Ao analisar os preços históricos dos sistemas fotovoltaicos, notamos uma tendência de queda, ligada ao amadurecimento dos profissionais no mercado, à maior concorrência e ao próprio avanço acelerado da tecnologia a nível mundial.</p> <p>Mesmo com as oscilações do dólar, o mercado fotovoltaico tem caminhado para a redução do valor médio das instalações ao longo dos anos.</p> <p>Sabendo dessa redução anual de preços, alguns clientes podem oferecer resistência no fechamento de negócios esperançosos de que a redução de preços dos sistemas para os próximos anos compense o “atraso” de não instalar um sistema hoje.</p> <p>Para poder analisar financeiramente o melhor investimento e comparar o desempenho dos mesmos no tempo, este artigo realizará um estudo com dados históricos de preços médios de sistemas.</p> <h2>Considerações</h2> <p>Para essa simulação será considerado um sistema residencial em Campinas, com 4 kWp de potência instalada e capacidade de geração de 6500 kWh anuais.</p> <p>Vamos usar como referência no estudo a tarifa de energia em 2020 (R$ 0,65 / kWh) e considerar uma inflação anual de 5%.</p> <p>A degradação da geração do sistema afeta o desempenho econômico do mesmo e, para modelá-la, vamos assumir uma taxa de degradação (redução da potência dos módulos fotovoltaicos) de 0,9% a.a.</p> <p>Finalmente, será considerada uma taxa de desconto (ou seja, uma taxa de referência de retorno de investimentos financeiros) conforme o histórico da SELIC para o momento e conforme a previsão da SELIC segundo o boletim <a href="https://www.bcb.gov.br/publicacoes/focus/09102020" target="_blank" rel="noopener">Focus do Banco Central</a>.</p> <p>Serão comparadas cinco implementações do mesmo sistema, variando a data de instalação entre elas (de 2016 a 2020), utilizando o preço médio de sistemas divulgados pelas pesquisas trimestrais da <a href="https://www.greener.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Greener</a> e as condições de geração descritas no parágrafo anterior. Os custos de instalação considerados dos sistemas estão descritos na tabela abaixo.</p> <p><img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="https://canalsolar.com.br/images/2020/10/Tabela_-_investimento_em_energia_solar.png" alt="Tabela investimento em energia solar" width="480" height="224"></p> <h2>Ferramentas de análise financeira</h2> <p>Como estamos lidando com a variável do tempo na análise financeira, precisamos dispor de ferramentas que permitam comparar o valor real do dinheiro ao longo dos anos.</p> <p>De forma resumida, cem reais economizados em 2016 valem mais do que cem reais em 2020, tanto pelo fator inflação quanto pelo custo de oportunidade de ter o dinheiro parado. O instrumento que usamos para analisar a viabilidade de investimentos nesta condição é o VPL (Valor Presente Líquido).</p> <p>O VPL utiliza uma taxa de referência (no nosso caso: 5%) para ajustar valores futuros pelo valor equivalente presente daquele lançamento. Ou seja, uma economia de mil reais na conta de energia em 2016 tem valor maior do que uma economia de mil reais em 2017.</p> <p>Por exemplo, para termos noção da rentabilidade no tempo, o VPL aplicará uma taxa de desconto na economia de mil reais em 2017, ajustando-a para o quanto aquele montante representa em 2016 (para a taxa de referência em 5%, o valor de mil reais de economia em 2017 tem o mesmo valor financeiro que R$ 950,00 tinham em 2016).</p> <p>Para um investimento ser rentável é necessário que seu VPL seja positivo e, de uma maneira geral, queremos que o VPL seja o mais alto possível.</p> <p><span class="wf_caption" style="margin-right: auto; margin-left: auto; display: block; max-width: 498px; width: 100%;" role="figure"><img style="display: block; margin: initial; width: 100%; float: none;" role="figure" src="https://canalsolar.com.br/images/2020/10/VPL.png" alt="VPL" width="498" height="247"><strong><span style="display: block;">Figura 1: Utilizando o VPL podemos decidir o que é mais rentável em projetos que nos dão dinheiro ao longo do tempo. No exemplo da figura, utilizaremos o VPL para decidir se a opção 1 ou 2 trará melhor retorno</span></strong></span></p> <p>Pensando justamente no deságio do dinheiro no tempo, podemos montar um estudo de fluxo de caixa nominal e um fluxo de caixa descontado.</p> <p>O primeiro mostra as entradas e saídas de dinheiro com seu valor nominal. O segundo fluxo (descontado) reflete o deságio do dinheiro no tempo para cada entrada e saída.</p> <p>Um exemplo de fluxo de caixa descontado pode ser encontrado na Figura 2. O VPL nada mais é que o somatório dos valores do fluxo de caixa descontado.</p> <p><span class="wf_caption" style="margin-right: auto; margin-left: auto; display: block; max-width: 736px; width: 100%;" role="figure"><img style="display: block; margin: initial; width: 100%; float: none;" role="figure" src="https://canalsolar.com.br/images/2020/10/Figura_2-_Ao_estudarmos_a_evoluc%CC%A7a%CC%83o_do_dinheiro_no_tempo_com_o_fluxo_de_caixa_descontado_percebemos_que_a_segunda_opc%CC%A7a%CC%83o_representa_um_VPL_maior_enta%CC%83o_e%CC%81_mais_renta%CC%81vel_.png" alt="Figura 2 Ao estudarmos a evoluc?a?o do dinheiro no tempo com o fluxo de caixa descontado percebemos que a segunda opc?a?o representa um VPL maior enta?o e? mais renta?vel " width="736"><strong><span style="display: block;">Figura 2: Ao estudarmos a evolução do dinheiro no tempo com o fluxo de caixa descontado, percebemos que a segunda opção representa um VPL maior, então é mais rentável</span></strong></span></p> <p>Outra figura que podemos utilizar ao comparar sistemas é a TIR (Taxa Interna de Retorno). A TIR é definida como a taxa de desconto que faz o VPL se igualar a zero.</p> <p>Na prática, isto significa que, caso o cliente investisse o dinheiro do sistema numa aplicação concorrente que rendesse o valor da TIR ou mais, o VPL seria negativo e o investimento no sistema solar não faria sentido. Ou seja, queremos que a TIR seja mais alta que algum investimento concorrente que o cliente opte por fazer.</p> <p>O tempo de payback também pode ser usado nesta comparação, porém o mesmo não considera o deságio do dinheiro no tempo, e será mostrado nesta análise apenas de forma ilustrativa.</p> <h2>Resultados</h2> <p>Utilizando estimativas de geração de energia com o PVSyst ou Solergo e um software de planilha, como o Excel, é possível calcular o VPL, o TIR e o tempo de payback do sistema fotovoltaico.</p> <p>Neste estudo, estamos assumindo que um cliente teve a opção de instalar um sistema em 2016, 2017, 2018, 2019 ou 2020.</p> <p>Ou seja, queremos investigar qual data de instalação do sistema seria a mais rentável. Para um sistema que teve sua instalação postergada para 2017 por exemplo, o ano de 2016 terá um fluxo de caixa nulo.</p> <p>Fluxo de caixa nominal das economias para os seis primeiros anos da análise.</p> <p><img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="https://canalsolar.com.br/images/2020/10/Fluxo_de_caixa_nominal_das_economias_para_os_seis_primeiros_anos_da_ana%CC%81lise-_.png" alt="Fluxo de caixa nominal das economias para os seis primeiros anos da ana?lise "></p> <p>Fluxo de caixa descontado para os seis primeiros anos da análise.<img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="https://canalsolar.com.br/images/2020/10/Fluxo_de_caixa_descontado_para_os_seis_primeiros_anos_da_ana%CC%81lise-_.png" alt="Fluxo de caixa descontado para os seis primeiros anos da ana?lise "></p> <p>Na tabela anterior, a taxa de desconto realizada entre os anos de 2016 até 2020 refletiu o valor histórico da SELIC no momento, portanto, variou a cada período.</p> <p>A partir de 2021, a taxa de desconto considerada foi a prevista pelo boletim Focus do Banco central. A partir de 2024 a taxa considerada foi igual à taxa de 2023.</p> <p><img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="https://canalsolar.com.br/images/2020/10/artigo_Energia_solar_fotovoltaica_instalar_agora_ou_esperar_os_prec%CC%A7os_cai%CC%81rem.jpg" alt="artigo Energia solar fotovoltaica instalar agora ou esperar os prec?os cai?rem" width="692" height="256"></p> <p>Com o fluxo de caixa simulado para todos os sistemas entre 2016 e 2045 (e com a informação do valor dos investimentos) foi possível chegar aos valores resumidos da tabela e da figura abaixo.</p> <p><img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="https://canalsolar.com.br/images/2020/10/Com_o_fluxo_de_caixa_simulado_para_todos_os_sistemas_entre_2016_e_2045_e_com_a_informac%CC%A7a%CC%83o_do_valor_dos_investimentos_foi_possi%CC%81vel_chegar_aos_valores_resumidos_da_tabela_e_da_figura_abaixo-_.png" alt="Com o fluxo de caixa simulado para todos os sistemas entre 2016 e 2045 e com a informac?a?o do valor dos investimentos foi possi?vel chegar aos valores resumidos da tabela e da figura abaixo "></p> <p><span class="wf_caption" style="margin-right: auto; margin-left: auto; display: block; max-width: 512px; width: 100%;" role="figure"><img style="display: block; margin: initial; width: 100%; float: none;" role="figure" src="https://canalsolar.com.br/images/2020/10/Figura_3-_Com_o_fluxo_de_caixa_simulado_para_todos_os_sistemas_entre_2016_e_2045_.png" alt="Figura 3 Com o fluxo de caixa simulado para todos os sistemas entre 2016 e 2045 " width="512"><strong><span style="display: block;">Figura 3: Com o fluxo de caixa simulado para todos os sistemas entre 2016 e 2045</span></strong></span></p> <p>Temos que ter um cuidado especial ao tirar conclusões destes números. Começando pelo VPL, notamos que o seu valor melhorou entre os anos de 2016 e 2017 - isto se deu pela queda muito acelerada de preços naquela época.</p> <p>Porém, entre 2017 e 2020 o VPL diminuiu. Ou seja, entre 2016 e 2017, para todas as premissas apresentadas anteriormente, o retorno financeiro de esperar a queda de preços fez sentido.</p> <p>A partir de 2018, a situação se inverte, não valendo a pena postergar o empreendimento. Notamos aqui que as informações de TIR e de tempo de payback não possibilitam uma conclusão clara sobre o investimento, pois ambas não representam bem a diferença nos resultados de investimentos realizados em tempos diferentes.</p> <p>O que esperar dos preços futuros?</p> <p>Para responder de vez a pergunta sobre se vale a pena ou não postergar os investimentos em sistemas de energia solar (aguardando uma possível queda de preços), devemos nos preocupar com a projeção futura de preços dos sistemas fotovoltaicos.</p> <p>Como o Brasil importa uma quantidade percentual muito grande de módulos e outros componentes, os preços dos sistemas aqui dependem fortemente do valor do dólar, do frete internacional e da situação do mercado global.</p> <p>O gráfico abaixo foi retirado de um estudo estratégico do IRENA (Agência internacional de energias renováveis). O relatório concluiu que o decréscimo do custo de sistemas no mundo entre 2020 e 2025 deve ser em torno de 4,2% anuais.</p> <p><span class="wf_caption" style="margin-right: auto; margin-left: auto; display: block; max-width: 512px; width: 100%;" role="figure"><img style="display: block; margin: initial; width: 100%; float: none;" role="figure" src="https://canalsolar.com.br/images/2020/10/Figura_4-_Projec%CC%A7a%CC%83o_global_da_queda_anual_dos_custos_dos_sistemas_fotovoltaicos.png" alt="Figura 4 Projec?a?o global da queda anual dos custos dos sistemas fotovoltaicos" width="512"><strong><span style="display: block;">Figura 4: Projeção global da queda anual dos custos dos sistemas fotovoltaicos. Fonte: IRENA</span></strong></span></p> <p>Para prever então o impacto de postergar os investimentos de 2020 em diante, assumiremos que no Brasil essa tendência de queda anual de 4,2% nos custos dos sistemas vai se aplicar, conforme mostra a tabela abaixo.</p> <p><img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="https://canalsolar.com.br/images/2020/10/tende%CC%82ncia_de_queda_anual.png" alt="tende?ncia de queda anual"></p> <p>Refazendo-se a análise de VPL com os custos previstos para os sistemas em 2021 e 2022, chegamos aos seguintes resultados.</p> <p><img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="https://canalsolar.com.br/images/2020/10/Refazendo-se_a_ana%CC%81lise_de_VPL_com_os_custos_previstos_para_os_sistemas_em_2021_e_2022_chegamos_aos_seguintes_resultados-_.png" alt="Refazendo se a ana?lise de VPL com os custos previstos para os sistemas em 2021 e 2022 chegamos aos seguintes resultados "></p> <p>Os dados da tabela acima nos mostram que para a queda dos preços dos sistemas fotovoltaicos prevista para os próximos anos, não faz sentido financeiro postergar a instalação de um sistema.</p> <h2>Conclusão</h2> <p>Este artigo mostrou, a partir de uma análise embasada no VPL, e em algumas premissas econômicas, que na situação atual do mercado não vale a pena postergar investimentos em sistemas de energia solar fotovoltaica.</p> <p>No início da tecnologia fotovoltaica a postergação de investimentos foi uma dúvida que surgiu e ficou incutida nas mentes de clientes e investidores.</p> <p>De fato, muitos anos atrás, os preços dos sistemas instalados caíam abruptamente de um ano para o outro. Optar pela instalação no ano presente ou esperar o ano seguinte era uma questão que poderia até fazer algum sentido.</p> <p>Apesar das oscilações do câmbio do dólar no Brasil e das flutuações do mercado internacional, as quedas previstas nos preços dos sistemas fotovoltaicos são pequenas e mostram que o mercado global já se encontra bastante amadurecido, com preços relativamente estabilizados.</p> <p>Atualmente, esperar quedas de preços para optar pela aquisição futura de um sistema fotovoltaico não é uma boa opção.</p> <p>Nos estudos apresentados usaram-se taxas de inflação e de remuneração do capital de 5%.</p> <p>Na prática, sabe-se que a inflação das tarifas de energia elétrica já foi e pode ser maior, enquanto no mercado financeiro existe uma tendência geral na redução das taxas de juros, com muitos investimentos atualmente apresentando juros reais negativos.</p> <p>Isso torna ainda mais fácil afirmar que a instalação de sistemas fotovoltaicos é vantajosa e não deve ser postergada.</p>

Conta Covid deve amortecer tarifa também em 2021

Facebook Twitter LinkedIn LinkedIn

O empréstimo emergencial da Conta Covid permitiu que os consumidores tivessem redução de tarifa de 6,50% em média entre junho e setembro e vai possibilitar um amortecimento tarifário de 8,45% na média, de outubro a dezembro de 2020. Para 2021, é esperado impacto redutor de 4,82% em média, afirmou o diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica, André Pepitone. A operação financeira de R$ 15,3 bilhões, autorizada pela MP 950 (Medida Provisória 950/2020), foi criada para reduzir os impactos da pandemia da Covid-19 nas contas de luz e injetar liquidez nas empresas do setor elétrico. Ao total, 16 bancos vão participar do pool - acordo temporário entre empresas para execução de determinado projeto - que vai financiar as distribuidoras, totalizando R$ 15,292 bilhões, dos quais R$ 14,8 bilhões serão liberados em sete parcelas até dezembro de 2020. Coube à ANEEL detalhar as regras de adesão das distribuidoras, com a publicação em julho de uma resolução normativa. Desde então, os contratos foram assinados e parte dos recursos tem sido usada nos processos tarifários para adiar o pagamento de custos que entrariam na conta de energia este ano.

Lugares populares que utilizam energia solar

Facebook Twitter LinkedIn LinkedIn

A energia solar tem maior visibilidade e está mais presente em indústrias, comércios, residências e propriedades rurais. São inúmeras empresas que buscam escolher uma fonte renovável, promovendo economia e sustentabilidade. A energia fotovoltaica cresce também cada dia mais no turismo e na arquitetura, com muitos lugares de referência que já estão utilizando painéis solares, como a Google quem tem como intenção dispor de energia renovável suficiente para atender 100% de suas operações em um curto espaço de tempo. A companhia aposta também no uso da energia eólica para obter seus resultados. Segundo declarações da própria empresa, “aproximadamente 72% do uso de eletricidade do centro de dados no Alabama e no Tennessee serão combinados de hora em hora com fontes livres de carbono – em comparação com um mix de redes regionais que é 48% livre de carbono”. A Apple é outra gigante da tecnologia que se mostra preocupada com o futuro do meio ambiente. Por isso, desde já, a empresa trabalha com 100% de energia sustentável em todas as suas lojas, data centers e escritórios pelo mundo. As fontes utilizadas são a solar, hidráulica e eólica. No geral, a Apple já foi responsável por reduzir mais de 50% o índice de emissões de gases do efeito estufa desde 2011, o que significou barrar 2,1 milhões de toneladas métricas de poluição na atmosfera. A Disney é um dos grandes exemplos quanto ao uso de energia solar em lugares famosos. A usina foi construída em colaboração com a ReedyCreekImprovementDistrict e a desenvolvedora solar Origis Energy USA. O complexo, instalado em um terreno de 109 hectares, abriga 500 mil painéis solares e possui capacidade de gerar 50 megawatts. A produção visa a alimentar dois de seus quatro parques. Em 2016, a multinacional havia inaugurado outra usina que possui o formato da cabeça de seu personagem mais icônico, o Mickey. A instalação solar fica próxima ao Epcot e conta com 48 mil placas fotovoltaicas que geram 5 megawatts. Além disso, tem como meta derrubar para 50% suas emissões de CO2 nos próximos anos. O projeto da Torre Eiffel, elaborado pelo escritório de arquitetura Moatti-Rivière, prevê a instalação de painéis solares, turbinas eólicas e um sistema de reaproveitamento da água das chuvas. A ideia é diminuir a pegada ecológica do ponto turístico mais importante da França e um dos mais emblemáticos do mundo. O plano inclui também novas medidas de acessibilidade, para melhorar a experiência dos visitantes com necessidades especiais e mobilidade reduzida. No estádio Maracanã tem capacidade de 400 kWp, com um total de 1.552 módulos solares, que cobrem uma área de 2.380 m² e são capazes de gerar 500 MWh de energia por ano. No Vaticano o sistema fotovoltaico, de 100 MW de potência, foi instalado em 2008. Possui aproximadamente 2.700 painéis solares no topo do auditório Paulo VI, sendo também a maior usina solar da Europa.

Tutorial foto padrão

Facebook Twitter LinkedIn LinkedIn

Apresentamos um tutorial de como tirar as fotos necessárias para poder realizar a instalação da energia fotovoltaica em sua residência/empresa. Caso houver alguma dúvida, na imagem publicada contém algumas fotos de exemplos.<br/>

Redução de imposto em importação e seu impacto

Facebook Twitter LinkedIn LinkedIn

Primeiramente é necessário entender o que seria um ex-tarifário. A expressão refere-se às modificações de natureza tributárias, ou seja, aumento ou redução temporariamente de impostos de um determinado produto (BK ou BIT) para estimular a importação ou exportação do mesmo quando não houver produção nacional equivalente. BK significa bens de capital enquanto BIT se diz respeito à informática e telecomunicação. Essa medida aumenta a inovação do país já que visa à promoção e atração de investimentos com a incorporação de novas tecnologias no mercado.. <br> No segundo semestre de 2020, o governo brasileiro proporcionou que vários equipamentos fotovoltaicos tivessem a redução na alíquota de importação. Foram beneficiados alguns fabricantes de módulos solares que não tem produção nacional equivalente, entre eles os monocristalinos e bifaciais, além de alguns tipos de inversores trifásicos para sistemas fotovoltaicos e motobombas foram incluídos em uma lista de bens de capital que terão benefícios da redução do imposto temporário a partir de 1º de agosto de 2020 até o final de 2021. Durante esse período a alíquota será reduzida em média de 13%. Qualquer empresa ou associação de classe que possuem um CNPJ ativo podem estar solicitando um Ex-tarifário. Para realizar um pedido é preciso acessar o SEI do Ministério da Economia e preencher alguns dados. <br> Segue o link: http://www.mdic.gov.br/images/REPOSITORIO/sdci/cgbc/00-cartilha_usuario_externo_sei.pdf. <br><br> Muitas empresas esperam a mudança do mês para adquirir produtos com um menor custo, no entanto, a diminuição dos impostos não será aplicada de maneira retroativa nos estoques atuais de fabricantes e fornecedores. Sendo assim, a medida vale apenas para equipamentos importados a partir da data declarada e a redução dos valores só deve ser percebido em torno de 80 dias por conta do tempo que esse material precisará para chegar até a empresa que o solicitou (fabricação + transporte marítimo + desembaraço fiscal). Outro ponto que vale destacar são as explosões que ocorreram na fábrica chinesa GCL-Poly, no qual é responsável por 10% da produção mundial de células fotovoltaicas. Por conta do acidente houve um desabastecimento de matéria-prima que ocasionou um aumento no valor do material policristalino. No entanto, com o avanço da Covid-19, pode-se observar uma queda na demanda nos pedidos dos fabricantes e com isso uma redução nos preços em até 20% dos equipamentos fotovoltaicos. Mesmo com a alta do dólar, um Ex-tarifário pode estimular as importações, pois com a variação da moeda acaba ocorrendo uma compensação, com uma redução no imposto de importação poderia equacionar o aumento do dólar, segundo o comentário do especialista Wladimir Janousek. O mesmo esclarece que “A alta da moeda pode afetar algumas liberações e é por isso que tem algumas empresas questionando a respeito disso. Por exemplo, se o câmbio bater em R$ 5,50, vai elevar o CIF em reais. Supondo que o pleito de Ex-tarifário foi submetido com um preço CIF (cost, insurance and freight /custo, seguro e frete) de US$ 100,00 e convertido pela taxa dólar vigente na época, R$ 4,40, o preço CIF máximo determinado ficou em R$ 440,00. Hoje, ao importar o mesmo produto pagando US$ 100,00, quando a declaração de importação for registrada vai ser convertido em câmbio de R$ 5,50. Então, este preço CIF ficaria R$ 550,00, superior ao que foi aprovado no Ex-tarifário, o que não possibilitaria o desembaraço utilizando o Ex-tarifário”. Percebe-se, portanto que com o crescimento de geração distribuída essa é a hora para aproveitar a queda dos preços e alavancar na produção da energia solar. No entanto, é preciso realizar um estudo visando encontrar o melhor meio para aquisição dos equipamentos fotovoltaicos. <br> Lembrando que, não são todos os equipamentos que foram classificados como Ex-tarifários. Confira a lista: http://www.in.gov.br/en/web/dou/-/resolucao-n-69-de-16-de-julho-de-2020-267580785. <br> #noticiaimportacao #energiasolar #energiafotovoltaica #energiarenovavel #noticia #importacao #catanduva #sustentabilidade #economia #equipamentosfotovoltaicos #empresa. <br> Referência: Canal Solar

Zero de imposto para fotovoltaicos?

Facebook Twitter LinkedIn LinkedIn

Publicado pelo governo brasileiro, nesta segunda-feira (20), no Diário Oficial da União as Resoluções Nº 69 e Nº 70 da Camex (Câmara de Comércio Exterior) que até o final de 2021 a alíquota sobre imposto de importação será de 0%. Foram incluídos mais de 110 ex-tarifários relacionados a módulos solares, inversores, trackers e motobombas. Uma dezena de módulos fotovoltaicos para energia solar estão na lista, entre eles os monocristalinos e bifaciais, além de alguns tipos de inversores trifásicos para sistemas fotovoltaicos e componentes utilizados nos trackers. A inclusão dos novos itens à lista de produtos isentos de tarifa na condição de ex-tarifários terá efeitos a partir de 1° de agosto. No link, está disponível a lista dos ex-tarifários de módulos fotovoltaicos.

Aluno sai empregado do curso de energia solar

Facebook Twitter LinkedIn LinkedIn

<p>A Prefeitura de Catanduva inovou, em 2019, ao lançar o curso de Eletricista com Ênfase em Energia Fotovoltaica, pioneiro na região. Duas turmas foram capacitadas e os frutos da iniciativa já começaram a ser colhidos. O aluno César Augusto de Oliveira Franco Filho, que estava desempregado até conhecer a nova profissão, conseguiu uma colocação no mercado de trabalho. César fez parte da segunda turma e visitou a Hold Automação, após as aulas, junto aos colegas recém-formados. </p><p>A empresa colaborou com a Prefeitura desde o início para a concretização do curso, já que garantiu custo próximo ao da nota fiscal de fábrica para o “mini kit” de produção de energia solar usado nas atividades.</p><p>Na visita dos alunos, a empresa anunciou oportunidades de emprego. “Falamos que sempre precisamos de instaladores, recebemos vários currículos dos alunos e selecionamos três candidatos. Entre eles, estava o César, que passou por todas as etapas”, conta Carlos Eduardo Munhoz Pereira, sócio-representante da Hold. César não esconde a alegria que conseguir retornar ao mercado de trabalho. “Quando apareceu a oportunidade de fazer o curso, eu estava desempregado e estava procurando emprego. </p><p>O curso me deu foco, onde tenho essa possibilidade de trabalho com a instalação de energia fotovoltaica e acabei conseguindo o emprego.” Além dele, outros companheiros de curso estão na fase de seleção da empresa. “É um mercado novo e escasso de profissionais. Com o curso, os alunos tiveram as noções básicas e agora preferimos esse público para trabalhar com a gente, para que possamos moldá-los. Os frutos estão sendo colhidos. Temos interesse em chamar outros alunos para fazer parte do nosso grupo”, finaliza o empresário. </p><p>O resultado também é motivo de comemoração para a equipe da Secretaria de Desenvolvimento, Emprego e Relação de Trabalho (Semdert). “Com o curso de Energia Fotovoltaica, conseguimos fechar um ciclo totalmente virtuoso: disseminamos conhecimentos técnicos em uma área inovadora e de alto valor agregado, e ainda oferecemos oportunidades, tanto às empresas que precisam dessa mão de obra escassa, quanto às pessoas que buscam oportunidade no mercado de trabalho”, comenta o secretário da pasta.</p>

Cuidados com SOMBREAMENTO em projetos

Facebook Twitter LinkedIn LinkedIn

Projeto Energia Solar Fotovoltaica na cidade de Elisiário-SP. Como o próprio nome já diz: energia "SOLAR" fotovoltaica, "Solar" não combina com sombra. Um dos maiores cuidados em projetos de energia solar é em relação ao sombreamento, vale lembrar que em certas épocas do ano o sol muda sua localização Observem nesse projeto todo cuidado da equipe de instalação com a área sombreada , esse cuidado é importantíssimo para que conseguir o maior rendimento do equipamento o dia todo. Todo esse cuidado tem um aumento de custo, mais estruturas metálicas, cabeamentos, mão de obra, conectores, entre outros. Mas o que interessa a Hold é a satisfação do cliente em conseguir alcançar produção máxima do equipamento. Mais um projeto e cliente que receberam a assinatura holdautomacao. Conheça o projeto na integra em nosso site

Módulos de 500W já são realidade.

Facebook Twitter LinkedIn LinkedIn

A Trina Solar anunciou, no dia 24 de janeiro, que deixou de produzir o primeiro módulo de grande porte desenvolvido pela empresa para implantar o wafer de silício de 210 mm (módulo 210). Agora, a empresa prepara-se para produzir uma nova era de módulos mais avançados, com 500 W de potência. A gigante chinesa lidera o setor na área de pesquisa e desenvolvimento e de produção de módulos 210. A saída desse módulo abrirá espaço para a entrada de outros módulos de grande porte ao mercado. A pesquisa e desenvolvimento do primeiro módulo 210 foi iniciada pela companhia em 2019. Com avançada tecnologia de barramento múltiplo, adota um inovador design de corte de 1/3. Esses módulos foram desenvolvidos superando desafios, como forte potência de módulo, rendimento, dificuldades de fabricação, riscos de hot spot, desempenho da corrente de saída e segurança da caixa de conexão. Segundo a companhia, com toda essa bagagem, o módulo pavimentará a compatibilidade e integração de sistemas de grande porte, módulos de alta potência e downstream. Com décadas de experiência acumulada em processos e tecnologia, a empresa está confiante de que pode aproveitar os mais recentes materiais e tecnologias para criar mais um módulo de alto desempenho e confiável para o setor fotovoltaico (FV). A equipe da empresa está trabalhando para acelerar a transformação dos mais recentes resultados em pesquisa e desenvolvimento em produtos que podem entrar em produção em massa, levando a indústria de FV para a era dos módulos de 500 W de potência. A Trina Solar é a provedora líder mundial de soluções totais de energia inteligente e de FV. Há 23 anos no mercado, a empresa está envolvida em pesquisa e desenvolvimento, fabricação e vendas de produtos fotovoltaicos, desenvolvimento, operação e manutenção de projetos de FV, microrrede inteligente e desenvolvimento e vendas de sistemas complementares de energia, bem como operação de plataforma na nuvem de energia. Ao lançar em 2018, sua marca Internet das Coisas de Energia (Energy Internet of Things – IoT em inglês) a companhia iniciou, com empresas líderes mundiais e institutos de pesquisa, a Aliança de Desenvolvimento Industrial IoT de Energia da Trina (Trina Energy IoT) e o Centro de Inovação Industrial IoT de Novas Energias.

Cuidados com Instalação Elétrica Fotovoltaica - ELETRODUTOS

Facebook Twitter LinkedIn LinkedIn

<p style="text-align: center;"><b>É senso comum entre a comunidade Solar e assumido por todos que sistemas fotovoltaicos, uma vez instalados, foram desenvolvidos para perdurar por, no mínimo, 25 anos de vida útil.</b></p><p> Por isso, a palavra de ordem de uma instalação fotovoltaica deve ser a qualidade. Ela é o final do processo, responsável por entregar aquilo que antes foi vendido, simulado e projetado. Faz-se necessário um cuidado muito grande quanto aos detalhes de implantação de todos os equipamentos que compõem o sistema. Dessa forma, um dos pontos que precisam receber atenção dentro de uma instalação fotovoltaica é a disposição dos cabeamentos dos arranjos fotovoltaicos que ficam expostos ao tempo, muitas vezes sofrendo com dilatações térmicas e esforços mecânicos, podendo danificar suas isolações ou até mesmo levando-os ao completo rompimento.</p><p><b> ELETRODUTOS Utilizados em instalações elétricas </b>com o intuito de proteger os condutores elétricos de choques mecânicos, intempéries e violações, são vistos em 3 tipos de eletrodutos, bastante conhecidos pelo mercado. O eletroduto rígido (metálico ou plástico PVC) pode ser utilizado em ambientes internos e externos de forma aparente, a fim de realizar a proteção mecânica dos condutores. Além de promover proteção contra intempéries e radiação UV. Em instalações fotovoltaicas são muito utilizados por apresentarem longa vida útil e alta resistência à deterioração do tempo. O eletroduto flexível corrugado leve, quando metálico é conhecido como 'sealtubo' ou 'conduíte com alma de aço', muito utilizado em ambientes externos quando se tem a necessidade de transportar os condutores por caminhos não-retilíneos e curva acima de 90º. </p><p>Quando feito de plástico PVC, é tratado simplesmente como 'conduíte', amplamente utilizado na construção civil para passagem de condutores por alvenaria. Este, por sua vez, não suporta às ações do tempo e, por isso, não deve ser utilizado de forma aparente, exposta. Em algumas aplicações onde existem grandes depósitos de cargas sobre os eletrodutos, como passagens subterrâneas e dentro de colunas, o uso do eletroduto PEAD (Poliuretano de alta densidade) é muito recomendado. No mercado são encontrados flexíveis corrugados ou flexíveis planos (lisos). <b>Grandes usinas fotovoltaicas, por exemplo, utilizam dos eletrodutos</b> PEAD flexíveis corrugados para fazer a passagem de condutores de forma subterrânea entre as fileiras de módulos, caixas de passagem, junção, inversores e telecom. </p><p><b> O QUE DIZ A NBR 16990</b> A norma técnica brasileira para instalações elétricas de sistemas fotovoltaicos apresenta dois cenários bem simples sobre o tema tratado. Os cabos utilizados nos arranjos fotovoltaicos precisam ser fixados de forma a evitar a fadiga por consequência de ventos, a proteção contra choques mecânicos, danificação da isolação ou rompimento parcial/total. Dessa forma, essa fixação pode ser feita de 2 maneiras. A primeira, é utilizando apenas de presilhas plásticas quando elas possuírem vida útil comprovada superior a longevidade do sistema fotovoltaico (mínimo 25 anos) e serem resistentes à radiação UV. Além disso, os cabos precisam respeitar a NBR 16612 e também resistirem à radiação UV, por estarem ao expostos ao ambiente externo.</p><p><b> A segunda maneira</b>, é abriga-los através de eletrodutos. Para isso, utiliza-se das possibilidades já citadas anteriormente, com exceção dos conduítes flexíveis corrugados de plástico PVC que são utilizados exclusivamente embutidos em alvenaria. Os eletrodutos rígidos quando plásticos, precisam apresentar proteção à radiação UV respeitando a ISO 4892-2 e, ainda, possuir vida útil mínima superior a longevidade do sistema fotovoltaico. <b>Vale lembrar que</b>, via de regra, esses cabos não podem ficar livremente soltos, para evitar acidentes. Então, mesmo quando estiverem sobre telhados, lajes ou solo, os conjuntos de cabos precisam estar minimamente fixados às estruturas do sistema fotovoltaico, evitando que partes móveis e com conexões sejam danificadas. </p><p> Ah... E ainda, caso os condutores utilizados nos arranjos fotovoltaicos não sejam devidamente marcados de forma permanente na isolação externa como "cabo para sistema fotovoltaico", essa identificação deverá ser feita através de etiquetas fixadas nos cabos, a cada 5 metros quando em curvas ou a cada 10 metros quando em linha reta. Quando os cabos estiverem abrigados em eletrodutos, serão eles que receberão as etiquetas, nas mesmas distâncias. </p><p><b> O QUE DIZ A NBR 5410 A NBR 5410</b>, na seção 6.2.11.1 sobre eletrodutos, restringe o uso de dutos que não sejam expressamente produzidos para o devido fim, excluindo a possibilidade de aplicação das 'mangueiras'. De maneira adicional, que sejam não propagantes de chamas. Os trechos contínuos de eletrodutos sem intersecção de caixas ou equipamentos não devem exceder 15 metros de comprimento em ambientes internos e 30 metros em externos, se esses trechos forem retilíneos. Já, quando apresentarem desvios, esses limites se reduzem para 3 metros a cada curva de 90º. Devem ser utilizadas caixas (de passagem ou condulete) em todos os pontos da tubulação onde houver entrada/saída de condutores, com exceção aos pontos de transição de uma linha aberta para a linha fechada em eletrodutos, que devem ter suas extremidades arrematadas com buchas. </p><p style="text-align: center; "><b> CUIDADO COM AS ELETROCALHAS </b></p><p> As eletrocalhas também são amplamente utilizadas nas instalações fotovoltaicas, pois apresentam fácil instalação, abrigam grande quantidade de cabos e ainda apresentam bom aspecto visual em conjunto da instalação fotovoltaica. </p><p>Porém, elas merecem extrema atenção em seu manuseio principalmente durante o lançamento dos cabos. Por terem 'cantos vivos', as eletrocalhas podem apresentar bordas e rebarbas que rompem a isolação dos cabos, danificando-os e gerando fugas. Por isso, ao utilizá-las, procure não tracionar os cabos pelo seu interior e lembrem-se dos acessórios, como curvas verticais e horizontais, por exemplo, para fazer desvios de rotas. </p><p><b> REGIÕES DE MARESIA. O QUE FAZER?</b> Eletrodutos metálicos com galvanização leve, quando são utilizados em regiões litorâneas ou ambientes corrosivos, sofrem rapidamente com a degradação de suas paredes e acabam reduzindo fortemente sua vida útil. Nesses casos é interessante pensar em alternativas como utilizar eletrodutos metálicos de alumínio ou aço inox, com galvanização pesada ou dar preferência aos dutos plásticos de PVC. Somado a isso, é muito importante também que os conjuntos miscelâneos (parafusos, porcas, arruelas) sejam de aço inox, pelo mesmo motivo.</p>

Subsídio da energia solar vai continuar?

Facebook Twitter LinkedIn LinkedIn

Em vídeo divulgado esta semana, presidente disse que já alinhou com os líderes da Câmara e do Senado um Projeto de Lei em regime de urgência para tratar da matéria O Presidente Jair Bolsonaro publicou um vídeo direcionado a todos os brasileiros na noite do dia 5 de janeiro, sobre sua posição contrária à taxação da energia solar. Segundo ele, “no que depender da Presidência da República não haverá taxação da energia solar e ponto final”. “Ninguém fala no governo a não ser eu sobre essa questão. Não me interessa parecer de secretário, seja quem for. A intenção do governo é não taxar. Agora que fique bem claro que quem decide essa questão é a Aneel – Agência Nacional de Energia Elétrica. É uma agência autônoma e não tenho qualquer ingerência sobre ela. A decisão é deles, mas que fique claro que nós do governo não discutiremos mais esse assunto.” E reforça: “A taxação da energia solar do que depender do Presidente Jair Bolsonaro e de seus ministros é não!” O presidente ainda publicou, em sua conta no Facebook, que conversou com os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia, e do Senado, Davi Alcolumbre, para garantir a tramitação de um projeto de lei em regime de urgência nas duas Casas proibindo a taxação da energia solar fotovoltaica no país. A Aneel recebeu centenas de contribuições em sua consulta pública, iniciada em outubro de 2019 e finalizada no dia 30 de dezembro, sobre a revisão da Resolução Normativa 482, visando mudanças nas regras de geração distribuída, que inclui a taxação pelo uso do fio. A proposta da Aneel é a taxação de cerca de 60% para o setor de energia solar na geração distribuída no Brasil. Até agora, as entidades da área apresentaram sugestões e contribuições em um documento com cerca de 160 páginas, além da intensa mobilização e discussões na sociedade e no Congresso.Segundo a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), no Brasil, a geração distribuída solar fotovoltaica ainda está em fase de desenvolvimento inicial. Atualmente, dos mais de 84,4 milhões de consumidores cativos brasileiros atendidos pelas distribuidoras de energia elétrica, apenas de 170 mil (menos de 0,2%) possuem a tecnologia. A entidade acredita que, se mantidas as regras atuais, os consumidores serão beneficiados com uma economia de mais de R$ 13,3 bilhões em benefícios ao setor elétrico, como postergação de investimentos em novas usinas de geração, linhas de transmissão e infraestrutura de distribuição, redução de perdas, alívio na operação do sistema, diminuição do acionamento de termelétricas mais caras e poluentes, entre outros.#TAXAROSOLNAO

Regulação dos Serviços de Geração

Facebook Twitter LinkedIn LinkedIn

RN 687 - Higlights Energia injetada na rede transforma-se em créditos em kWh; 5 anos para utilização dos créditos; Valor pago é a diferença entre injetado x consumido; Excedentes podem ser compensados em outro local * Mesmo CPF / CNPJ e Mesma companhia de distribuição

Reajuste de 7,03% em São Paulo

Facebook Twitter LinkedIn LinkedIn

A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) aprovou a revisão tarifária da Enel Distribuição São Paulo, que entrará em vigor na quinta-feira (4). O reajuste médio foi de 7,03%. Para os consumidores de baixa tensão, como os clientes residencias, o percentual foi de 6,48%. Já para os atendidos em média e alta tensão, em geral indústrias e grandes comércios, o reajuste foi de 8,46%. De acordo com a Enel, a revisão tarifária ocorre a cada quatro anos, conforme estabelecido no contrato de concessão tem como objetivo preservar o equilíbrio econômico da companhia. O principal fator que influenciou a revisão deste ano foi o aumento do custo com a aquisição de energia, que representa 34% da composição tarifária. A compra de energia foi impactada pelos elevados custos da geração de energia térmica no Brasil, uma vez que o nível dos reservatórios das hidrelétricas estiveram baixos nos últimos anos, além da elevação do custo de energia da Usina Hidrelétrica de Itaipu, em função do aumento da variação cambial em relação ao dólar. Com a revisão tarifária deste ano, uma conta de energia no valor de R$ 100, apenas R$ 17 são destinados à distribuidora e utilizados para operação, expansão e manutenção da rede de energia elétrica. O restante do valor, segundo a distribuidora, é destinado a cobrir os custos de transmissão, compra de energia, encargos setoriais e impostos, que não ficam com a distribuidora. A Enel afirmou que, no período de 2015 a 2018, a empresa investiu mais de R$ 3,8 bilhões, na melhoria da rede de distribuição. Esses investimentos, segundo a empresa, contribuiram para a melhoria dos indicadores operacionais da distribuidora.

IPTU VERDE

Facebook Twitter LinkedIn LinkedIn

Recentemente foi aprovado pela Câmara Municipal de Catanduva a lei denominada "IPTU VERDE". Essa lei visa dar desconto no IPTU para quem adota medidas que buscam preservar o meio ambiente. Agora, além de gerar economia de até 90% em sua conta de energia, o sistema fotovoltaico ainda datá descontos em seu IPTU. Não vacile. Entre em contato com nossa equipe e conheça mais benefícios desse sistema. <br> <a href="/static/iptu_verde.pdf" target="_blank">Acesse a norma na íntegra</a>

ENTRE EM CONTATO

Informações de Contato

Rua Teresina, 431, Centro
Catanduva - SP
contato@hold.inf.br www.hold.inf.br